Nossa Missão: Ética na relação médico paciente

Desde 1998 atendendo pacientes de Passos e região na Área de Ginecologia e Obtetricia, Reprodução Humana (Infertilidade Conjugal) e Ultrassonografia Feminina, tendo como foco a satisfação da cliente, sempre pautado na ética e na boa relação médico paciente.

Ultrassom

A ultrassonografia  é um método de diagnóstico que revolucionou o estudo do feto durante a gravidez.

Tipos de Ultrassons feitos na clínica:

A- Ultrassom obstétrico: feito em qualquer fase da gravidez, serve para avaliar a localização do embrião dentro do útero, para determinar o número de fetos, para ver a formação e o crescimento do mesmo e ainda para se aferir o tempo da gestação.

B- Ultrassom Morfológico

Observações Importantes:

I- De cada 100 bebês que nascem, em torno de 4 apresentam defeitos em sua formação e 96 nascerão normais. Tais defeitos, em sua maioria são pequenos e sem maiores consequências, mas existem defeitos maiores que podem trazer graves problemas ao recém-nascido.

II- A Ultrassonografia de rotina detecta cerca de 45% dos defeitos da formação fetal, já a Ultrassonografia morfológica chega a detectar até 80% deles. Ou seja, de cada 100 tipos de defeitos da formação, 20 deles podem não serem vistos ao ultrassom morfológico. O que equivale a dizer que este ultrassom que você está realizando não é infalível e pode não ver certas alterações da formação do bebê.

III- A Ultrassonografia morfológica não tem a capacidade de dizer se o bebê será perfeito, mas por ser mais detalhada e sistematizada pode ver melhor o feto dentro do útero do que a ultrassonografia de rotina.

IV- Tem por objetivo avaliar a formação do feto e seus órgãos. Não é capaz de mostrar alterações da função, bioquímicas, cromossômicas, genéticas ou intelectuais futuras do mesmo. Não detecta, surdo- mudez, cegueira, etc.

V-  A Ultrassonografia morfológica tem uma sensibilidade de 83,5% para a detecção de anomalias fetais, segundo estudo de F. Gonçalves (Publicado na Rev. Soc. Bras. Med. Fetal, abril de 2000)

VI- Existem algumas malformações fetais que podem não estar presentes no momento da realização da Ultrassonografia morfológica, por aparecerem ao final da gestação, como por exemplo ventriculomegalia cerebral, hérnia diafragmática, alterações do trato urinário, cardíacas, agenesia do corpo caloso, microcefalia, atresia do piloro, obstruções intestinais, dentre outras.

VII-  A Ultrassonografia morfológica não detecta a Síndrome de Down.

VIII- A Ultrassonografia morfológica pode não detectar alterações menores do feto, por exemplo nas orelhas, mãos, pés, dedos, fendas labiais menores e palatinas isoladas, dentre outras.

C- Ultrassom transvaginal: serve para estudar o útero e os ovários, diagnosticar vários problemas ginecológicos como cisto ovarianos, miomas uterinos, gravidez nas trompas e é o melhor para a avaliação da gravidez nos primeiros 3 meses.

D- Ultrassom Pélvico: é feito para diagnosticar problemas do útero e ovários com o acesso pelo abdome com a bexiga cheia.

E- Ultrassom com Doppler Colorido Obstétrico: é um ultrassom que mede o fluxo sanguíneo nos vasos fetais, no útero materno, no cordão umbilical e no cérebro do bebê para se verificar as condições de oxigenação do mesmo.

F- Ultrassom Obstétrico com Perfil Biofísico Fetal: avalia parâmetros que aferem o bem estar fetal.

G- Ultrassom para avaliar a Translucência Nucal: é o exame feito entre 11 e 13 semanas de gestação, o qual mede uma estrutura na nuca do feto, que é um marcador para o risco da Síndrome de Down além de outros problemas que o bebê possa vir a ter.